me livrando de palavras
para desatar nós emocionais,
do pavor, do medo,
do panico por compor com o corpo
o substantivo, a substancia do globo
tenho que me encarar, eu e eu,
donde vem a impotencia,
o impacto, as armaduras,
os broqueadores, os cadeados
e as travas?
eu escravo de mim mesmo, como o que comi ontem,
há uma escada que devo descer e subir em meu centro
eu estou, não sou esse corpo,
o que me pertence é apenas essa voz que vos fala
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