juro parar de escrever,
mas meu juramento não é mais forte que o desejo,
que o ensejo, o áto, de cometer o poema, a escrita,
a canção na voz e no instrumento,
nos desdobramentos do dia e da noite,
nos cabos que se átam ao tempo preciso,
a nuvem, ao sol,
as costuras de suas vestes astrais
