sexta-feira, 21 de maio de 2021

Marko Andrade foi quem me disse
que os olhos da casa dos sapos
cabem cá nos controles,
cá nas potentes pernas dos poetas

E o riso das coisas rotativas se rendem ao som,
ao soul,
ao mérito de ter no violão um gênio,
uma lâmpada,
um farol atado aos nervos dos barcos

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