sempre na estrada,
sempre no desarranjo dos cilindros dos motores,
das montanhas, do louco sol,
para dizer não ao animal domesticado,
ao ser que se esquece de seus páis,
ao bicho castrado,
aos que escondem seus peidos
juro parar de escrever, mas meu juramento não é mais forte que o desejo, que o ensejo, o áto, de cometer o poema, a escrita, a canção na v...
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